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Guia de Alter do Chão


Guia de Alter do ChãoGuia de Alter do Chão, informações, historia e uma companhia com serviço receptivo completo para receber todos clientes grandes e pequenos em Alter do Chão.

 

Guia de Alter do Chão

A região de Tapajós reúne muitas histórias fascinantes.

 

Pré-história:

Muitas pistas indicam que esta região foi ocupada há muito tempo e teve umarica civilização antes da era colonial. As mais antigas pinturas rupestres nas rochas de Monte Alegre podem ter sido feitas há mais que 10 mil anos atrás. Sambaquis achados na Fazenda Taperinha são de 8 mil anos atrás e em muitas áreas mais altas se encontra “terra preta do índio”, os solos mais férteis da Amazônia.

 

A Cultura Tapajoara começou uns 5 mil anos atrás e sua ceramica já indica uma civilização mais avançada. Estudos em curso na região de Santarém indicam que os relatos de Francisco de Orellana representando a Amazônia como “densamente povoada” e com “cidades” até longe do rio não foram pura fantasia:  agora estão sendo descobertos vestígios de assentamentos grandes e reservatórios de água.

 

Guia de Alter do Chão – Colonização:

Os índios Tapajós ou Tapaius tiveram o primeiro contato com os colonizadores em 1542, quando Francisco de Orellana saqueou suas plantações. No século XVII Pedro Teixeira (1626) ainda negociou com os índios, mas Bento Maciel (1639) já começou a atacar e dizima-los.

 

Em 1661, Padre Bettendorff instala a primeira missão na aldeia dos Tapajós e, em 1697, é construída uma fortaleza. Em 1758, a aldeia é elevada a categoria Vila e ganha o nome Santarém. A vila, com sua posição estratégica vira um importante entreposto no comercio das drogas de sertão e começa enriquecer.

 

Cientistas, Cabanos, Confederados e um Ladrão:

O século XIX é um de transformação. Com a chegada dos naturalistas von Spix e von Martius em 1819, começa o interesse da ciência pela Amazônia. Os dois gostaram muito da sua visita a região, que ficou marcado para sempre na memória de von Martius, que quase afogou numa tempestade.

 

A Cabanagem, a revolta popular que reduziu a população do Grão Pará em 30-40%, já estava fermentando na região antes da tomada de Belém e continuou depois de sua reconquista. Um dos maiores focos da rebelião foi Cuipiranga, aonde até hoje se acham bolas de canhão de madeira.

 

Santarém foi elevada para Cidade em 1848. Em 1849, os cientistas Henry Bates, Richard Spruce e Alfred Russell Wallace, chegam à cidade. Bates (mimetismo batesiano) ficará lá por 4 anos e suas aventuras são descritas num dos clássicos livros de viagem: Um Naturalista no Rio Amazonas.

 

Pouca gente sabe que os Confederados estabeleceram uma pequena colônia em Santarém. Chegaram em 1868 e se estabeleceram na região de Piquiá-tuba. Seus descendentes ainda vivem lá como evidenciam nomes como Vaughan, Riker, Jennings e Rhome. Em 1871, os Confederados ajudaram um novo vizinho, o Henry Wickham também conhecido como “Ladrão dos Sementes de Borracha”. Após 5 anos difíceis na região conseguiu sair com 70 mil sementes de borracha, que 30 anos mais tarde derrubaram a economia de borracha na Amazônia.

 

Guia de Alter do Chão – Era Moderna:

No século XX, veio a primeira tentativa de industrializar a Amazônia, com o projeto de Henry Ford de estabelecer uma plantação moderna de borracha. Primeiro em Fordlândia (1928) e depois em Belterra (1933). Em 1945 abandonou a iniciativa, só consegui produzir 750 toneladas, apenas 2% dos 36 mil esperadas. A Ford perdeu uns US$ 200 milhões na moeda de hoje. Fordlândia hoje é uma cidade fantasma, mas Belterra continua como uma charmosa cidade americana.

 

Com a construção da rodovia Cuiabá – Santarém (1973), e o aeroporto Wilson Fonseca (1980), a região de Tapajós ficou mais acessível. A primeira hidroelétrica da Amazônia, Curuá-Una, foi inaugurada em 1977.

 

O avanço da agricultura sobre a floresta é exemplificado pela construção de terminal de soja em 2003. De outro lado, a região também hospede o projeto de pesquisa de mudança climática, o LBA (Experimento de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia”).

 

Guia de Alter do Chão

 

Natureza

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Ecossistema

Uma celebração de biodiversidade na junção de grandes rios e eco regiões. O Tapajós é um rio de águas claras, que nasce no cerrado perto de Diamantino (MT).

 

 

 

2

 

Fauna e Flora

Como em toda Amazônia, a fauna e flora da região é rica… Estima-se que existam entre 150 a 200 espécies de mamíferos e entre 500 a 600 espécies de aves na região. A fauna inclui espécies que podem ser observados em muitos lugares…

 

 

 

33

 

Paisagens

As paisagens são deslumbrantes… A beleza e a variedade das paisagens da região são frutos de encontros de rios bem diferentes que desembocam no Rio Amazonas, formando “rias”…

 

 

 

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